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Abigail Roiz - Joalheria

Abigail Roiz cria joias autorais há mais de 15 anos, com design atemporal, personalizado e versátil. Desde pequena, com influência de seu pai, já se encantava com as cores, brilho e detalhes que fazem cada gema única. Quando cresceu, encontrou nas joias a forma de contar as histórias da vida dela.

As inspirações para cada joia e coleção vem das memórias, da natureza, das gemas e de tantas outras fontes que a artista vive e sente. Cada peça e seus detalhes ganham aura de arte, de magia, de preciosidade.

Somos a busca pela peça que será vestida hoje e daqui 20 anos. Estamos sempre atentos aos pequenos detalhes, qualidade e a preciosidade do sonho em forma de joia.

Oferecemos uma experiência única para cada uma de nossas clientes ao criar joias que simbolizem conquistas, memórias e realizações. Incentivamos nossas clientes a reciclarem o ouro através do upcycling, transformando joias antigas e sem significado em novas peças nas quais elas irão vestir com orgulho.

Cada joia tem um significado especial, criando memórias e passando de gerações em gerações. Sendo assim, buscamos criar joias marcantes que tenham propósito e que brilhe com cada cliente.

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Adriana Varejão

Adriana Varejão é uma renomada artista plástica brasileira, nascida em 1964 no Rio de Janeiro. Seu trabalho multifacetado abrange pintura, escultura e instalações, explorando temas como a história colonial, a identidade cultural e a mestiçagem no Brasil. Varejão é amplamente reconhecida por suas obras que incorporam elementos da azulejaria portuguesa, do barroco e da visceralidade do corpo humano, criando uma narrativa visual que dialoga com o passado e o presente. Suas criações estão presentes em importantes coleções e museus ao redor do mundo, refletindo sua relevância no cenário da arte contemporânea.

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Almicar de Castro

Amilcar Augusto Pereira de Castro (Paraisópolis, Minas Gerais, 1920 – Belo Horizonte, Minas Gerais, 2002). Escultor, gravador, desenhista, diagramador, cenógrafo, professor. Um dos principais artistas plásticos brasileiros do século XX, Amilcar de Castro promoveu inflexões radicais e inovadoras no campo da escultura e da geometria, tornando-se referência incontornável para essa forma de expressão artística, tanto no Brasil quanto no mundo.

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Antonio Bandera

Antônio Bandeira (1922–1967) foi um dos expoentes da abstração lírica brasileira e um dos precursores da arte moderna no Ceará. Nascido em Fortaleza, começou sua carreira com retratos e paisagens, mas logo migrou para uma linguagem abstrata, marcada por gestos espontâneos, linhas soltas e uma vibração cromática pulsante. Sua obra, muitas vezes comparada ao expressionismo abstrato europeu e americano, é profundamente poética e intuitiva.

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Beeboy

É um artista visual de 22 anos natural de Cariacica, na zona metropolitana de Vitória, no Espírito Santo. Sua jornada na arte começou representando sua vida e seu entorno. Formado em Letras, Ramon Álvaro também se denomina “cientista artesão” — acima de tudo, ele cria e inventa novos mundos e seres através de sua arte.

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Chico da Silva

Chico da Silva  nasceu cercado pela floresta amazônica na região do Alto Tejo, mas ainda criança mudou-se para o Ceará, no Nordeste do Brasil, passando por algumas cidades do interior até se instalar em Fortaleza em 1935, onde viveu até sua morte. Foi pintando os muros caiados das casas de pescadores da Praia Formosa que começou sua produção artística. Da Silva dava forma e cor a seus desenhos com pedaços de carvão, tijolos, folhas e outros elementos encontrados ao seu redor.

Em seus guaches e pinturas, Chico da Silva representou sobretudo os seres da floresta, como os pássaros e peixes amazônicos, além de figuras fantasiosas, como dragões. Suas obras dão forma a histórias e mitologias da tradição oral da cultura do Norte do Brasil, em composições marcadas por uma rica policromia e pelo grafismo detalhado do desenho, composto por tramas e linhas coloridas. Dada a originalidade do seu estilo e de suas composições, destacou-se no contexto da chamada arte popular brasileira e, além de experimentar bastante sucesso comercial em vida, atraiu grande interesse da crítica.

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Cranio

Fábio de Oliveira Parnaíba, conhecido como Cranio, nasceu em 1982 na zona norte de São Paulo e iniciou sua trajetória no graffiti em 1998. Suas obras são marcadas por um personagem azul recorrente, inserido em diversas situações que retratam questões sociais e ambientais contemporâneas. O personagem simboliza as tensões e contradições do Brasil urbano, convidando à reflexão sobre temas como consumo, desigualdade, poluição e as dinâmicas da vida nas grandes cidades.

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Eduardo Recife

EDUARDO RECIFE (1980) é um artista, ilustrador e tipógrafo brasileiro, conhecido por seu estilo distinto de colagem que combina imagens antigas, recortes de revistas, texturas, manchas e muitos detalhes e símbolos.

Apesar de manter um trabalho bastante pessoal, já trabalhou como ilustrador e agregou ao seu portfólio clientes como The New York Times, Youtube, Volkswagen, HBO, entre outros. Além do reconhecimento comercial, seu trabalho foi publicado em mais de 70 livros, nacionais e internacionais, em revistas de arte e design e ganhou diversos prêmios como Cannes Lion Gold (2011), American Illustration (2009) e Young Illustrations Award (2009).

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Gabriel Passagno

Natural de Campinas, Gabriel Pessagno é formado em Artes Visuais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-Campinas), além de ter realizado cursos como Design de Moda, no Istituto Marangoni em Milão; Bordados para Alta Costura, na École Lesage em Paris; e Joalheria de Bancada, no Atelier Flávio Franco.

Após trabalhar na indústria da moda, Gabriel percebeu que seu real interesse estava no fazer manual e nas técnicas utilizadas para construir as peças. Essa percepção contribuiu para sua migração ao mundo das artes visuais, onde encontrou a liberdade de criação que almejava.

Sua pesquisa artística surge de sua percepção da cidade de São Paulo e de sua herança histórica e social. Utilizando pinturas e fotografias datadas, o artista conecta os arquétipos atuais aos do passado para evidenciar e criticar problemáticas sociais recorrentes através de seus bordados. Com essa técnica ancestral, ele busca narrar as tradições e trajetórias ignoradas de diversas comunidades por meio de relatos documentais.

Nas obras de Gabriel Pessagno, as figuras tornam-se anônimas pela ausência de feições, transformando-as em signos da ligação entre os períodos históricos que o artista deseja representar. Seu intuito é instigar a reflexão sobre a íntima conexão que temos com um passado não resolvido — dos costumes e crenças ainda mantidos e da nossa incapacidade de lidar com eles —, mostrando que não somos tão diferentes de nossos antepassados.

O artista se inspira em referências clássicas, como as pinturas que retratam cenas da época colonial de Debret e Rugendas. Ele se aproxima, principalmente, das obras de Carlos Julião, ao utilizar fundos lisos, sem a interferência da paisagem. Gabriel também se inspira nos arquivos de fotografia da coleção Princesa Isabel, do século XIX, trazendo a contemporaneidade por meio de sua técnica precisa e extremamente bem executada.

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Gus Rocha

Artista plástico cuja prática abrange pintura, design, fotografia e performance, cursa o Bacharelado em Artes Plásticas na Escola Guignard, onde participa de uma residência artística em sua galeria

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Helô Sanvoy

Foi um dos artistas estreados nas edições de 2023 do Prêmio PIPA e do Prêmio ABCA. Com participação em exposições no Brasil e no exterior, realizou individuais em instituições dentre as quais se destacam o Centro Cultural de São Paulo (CCSP), o Paço das Artes e o Paço Imperial, bem como participou de exposições coletivas no Inhotim, Instituto Moreira Salles, Museu de Arte do Rio (MAR), Museu da República, entre outros.

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Isadora Rolim

Isadora Rolim, nascida em 1996 em Recife (PE), é uma artista plástica que reside e trabalha em João Pessoa (PB). Formada em Arquitetura e Urbanismo, iniciou sua carreira artística no final de 2020, dedicando-se à produção de pinturas em tinta acrílica e peças de cerâmica. Sua obra é profundamente influenciada por uma investigação contínua de sua identidade, originada na infância devido à necessidade de afirmar sua individualidade em contraste com sua irmã gêmea idêntica. Embora suas criações sejam de natureza pessoal, elas abordam temas universais relacionados às emoções humanas e à formação do indivíduo, convidando o público a introspecções e reflexões pessoais.

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João Maciel

João Maciel (1980) vive e trabalha em Belo Horizonte, cidade onde nasceu. É bacharel em Artes Plásticas (2002) e pós-graduado em Arte Contemporânea (2004) pela Escola Guignard.

Desenvolve trabalhos em diversas plataformas. Sua pesquisa e suas composições são inspiradas por assuntos relacionados à miscigenação, à busca pelo autoconhecimento, ao xamanismo, à alquimia, à "acupuntura urbana" e a outras questões sobre a cura de si e do entorno.

Já apresentou trabalhos no Brasil e em outros países, como: França, Espanha, EUA, Argentina, Uruguai e Sérvia.

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KBÇA - Originais

O artista Gesiel Rafael da Silva Ramos, conhecido como KBÇA, é um grafiteiro e tatuador de Feira de Santana (BA) que dedica sua arte a expressar a força do sertanejo. Inspirado pela paisagem e cultura do sertão, ele traduz em seus traços a resistência e a vida que brotam da adversidade.

Sua carreira começou na adolescência e se profissionalizou com a formação em design gráfico. Kbça ganhou destaque nacional e internacional ao participar de importantes eventos de arte urbana, como o Meeting of Favela (Rio de Janeiro) e o Meeting of Styles (Berlim), levando a estética do sertão para muros, telas e peles ao redor do mundo. Sua obra é uma busca contínua por traduzir a beleza e a resiliência encontradas nas condições mais áridas.

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Marcos Amato

Inicialmente formado em engenharia, Amato decidiu abandonar a vida industrial em 2016 para se dedicar integralmente à arte e ao design, estabelecendo seu próprio estúdio focado na criação de peças de design colecionáveis. Sua obra é marcada pela utilização de materiais naturais, especialmente areia originária de rochas de quartzo do litoral paulista, que ele transforma manualmente em esculturas iluminadas que evocam elementos naturais como florestas e mares.

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Marquinhos Camargo

Marquinhos Camargo é um artista plástico baseado em Ipanema, Rio de Janeiro, fundador da MAQ.gallery e da MAQ.camargo. Ele coordena o projeto autoral “Do Papel para Pele”, no qual transforma aquarelas em tatuagens ou pinturas com uma impressionante técnica de realismo que simula a textura do papel.

Suas obras em aquarela seguem a estética fine art, destacando-se pelos retratos autorais, detalhes de pele e texturas executadas com grande capricho. Além da pintura, Marquinhos também é designer e atua como criador e curador em suas galerias, promovendo novas ideias e artistas no circuito carioca.

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Not a Doctor

Not a Doctor é o pseudônimo de Felipe Queiroz, artista visual baiano e psiquiatra formado pela UFRJ. Atualmente, integra o grupo de trabalho da oficina “Antiformas de Intervenção”, sob a orientação de David Cury, e o grupo “Pintura Além do Quadro”, sob a orientação de Bernardo Magina, ambos na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Comunica-se através do desenho e da pintura, explorando o uso de diversos materiais em sua composição.

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Pietrina Cecchacci

Sua obra é marcada por uma profunda exploração do corpo humano, especialmente o feminino, abordando temas como sensualidade, política e identidade. Nos anos 1970, em meio ao regime militar brasileiro, suas criações destacaram-se por retratar o corpo feminino como espaço de resistência e manifestação política.

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Rafael Hayashi

Rafael Hayashi é um artista plástico nascido em 1985, em São Paulo, Brasil, onde reside e desenvolve sua arte. Seus trabalhos exploram os conflitos entre a sociedade e o indivíduo, refletindo a complexidade da vida urbana paulistana. Hayashi utiliza grandes massas de tinta, aplicadas e removidas com as mãos, tecidos e outros materiais, criando volumes, movimentos e luzes em suas obras. Sua arte é fortemente influenciada pela estética oriental, especialmente pelo ukiyo-e (gravura japonesa), e pela pintura contemporânea, resultando em peças expressivas e precisas. Além das telas, ele também se dedica à pintura de murais urbanos, mantendo a mesma intensidade e estética de suas obras em estúdio.

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Samora Delcio

O artista especializou-se na renomada Escola Guignard – UEMG. Foi premiado duas vezes na exposição da Casa Brasil em Liechtenstein (2021 e 2022) e teve seu trabalho apresentado em programas de televisão e revistas culturais. Já participou de diversas exposições coletivas no Brasil e na Europa.

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Susano Correia

Natural de Florianópolis, Susano Correia é um artista visual formado em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC) em 2015. Seu trabalho destaca-se por uma linguagem contemporânea com preocupações didáticas, utilizando meios democráticos para alcançar um público amplo, incluindo aqueles que não frequentam museus regularmente. Susano ganhou destaque nas redes sociais, acumulando mais de 1 milhão de seguidores, e suas obras, que exploram a condição humana, tornaram-se populares, sendo frequentemente tatuadas por admiradores. Além disso, o artista já realizou exposições nos principais museus de Santa Catarina e publicou cinco livros, reforçando seu compromisso em tornar a arte acessível a todos.

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Vini Meio

Vini Meio é um artista, designer gráfico e ilustrador brasileiro que reside e trabalha em São Paulo. Em suas pesquisas e criações, ele explora temas contemporâneos como o capitalismo, a globalização, a desumanização das relações pós-modernas e reflexões sobre o que nos torna humanos.

Grande parte de suas obras vem acompanhada de textos teóricos e pequenas narrativas, buscando gerar identificação entre o público e as figuras representadas em suas telas e instalações. Seus trabalhos são desenvolvidos em parceria com Juliana Ferrari.

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Érica Magalhães

Em meio a jogos de tensão e equilíbrio, Érica Magalhães tem o hábito de partir de ideias e materiais contraditórios para mobilizar uma espécie de desorganização progressiva que se movimenta entre limites conceituais. Se existe uma tendência natural do universo à entropia — bem como já explorada por artistas como Robert Smithson e Richard Serra — Érica caminha na direção de uma alternativa que trabalha com esse conceito na realidade cotidiana.

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